Adeus, até amanhã de William Maxwell; Tradução: Miguel Castro Caldas
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Numa quinta do Illinois, nos anos 1920, um homem é morto e, ao mesmo tempo, rompe-se a fraca amizade entre dois rapazes solitários. Nunca mais falarão. Uma reconstrução devastadora dos eventos e a expiação do remorso de uma vida inteira são revelados, ao longo de cinquenta anos, nas palavras não ditas do narrador. A partir das suposições das crianças e das paixões destrutivas dos pais, Maxwell cria aqui um clássico luminoso sobre o amor e a perda.
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