Preso a uma Corrente de Rosas , Jeffrey Moore
€12.00
CONTACTE-NOS
Uma noite em Nova Deli, as atenções da comunidade literária internacional centraram-se num quase desconhecido escritor de Montreal: Jeffrey Moore vencia o Commonwealth Best First Book Award, agradecendo a presença de Salman Rushdie, que se deslocara pela primeira vez ao seu país desde que a fatwa lhe fora imposta.
O Hindustan Times registou a gargalhada da audiência, que fora revistada com detectores de metais e farejada por cães-polícia desde que Rushdie entrara no recinto, sem vir, porém, a ganhar o prémio.
A tirada valeu a Jeffrey Moore o convite para uma conferência em Londres, onde conheceu um agente britânico entusiasta, que vendeu o romance a duas importantes editoras, uma inglesa, outra norte-americana.
Moore chegou mesmo a privar com a Rainha de Inglaterra, encontro «surreal» que não está autorizado a comentar, e agora a crítica compara-o a John Irving, Jean Genet, Umberto Eco, André Breton, Woody-Allen, David Lodge, Kingsley Amis e Jerry Seinfeld.
Obcecado pela página de uma enciclopédia onde acredita estar inscrito o seu destino, Jeremy Devenant é o produto fantasioso, quixotesco e fatalista de anos de tédio num liceu suburbano sem atractivos, onde se convenceu de que o futuro está relacionado com uma série de entidades começadas por «Sh»: Shakhtyorsk, uma cidade mineira na Ucrânia, Shakuntala, uma princesa Hindu, Shaka, um tirano africano, e William Shakespeare.
A vida arruma-o num quarto alugado a uma família de Ucranianos, perto da Universidade de Montreal, onde ensina Shakespeare com credenciais falsas, forjadas na África do Sul.
Na mesma rua, vive Milena, uma morena misteriosa, indiana-checa-irlandesa e canadiana, com um charme urbano pós-feminista e multicultural, que Jeremy persegue penosamente, convencido de que se trata da Dark Lady dos sonetos de Shakespeare.
«Preso a uma Corrente de Rosas» é uma sátira da vida académica, que evoca o universo literário do drama renascentista e a ficção urbana contemporânea.
Há quem refira a sua dimensão pos-moderna e metaliterária e exalte o humor contagiante, erudito e irreverente que estrutura a narrativa.
Oscilando entre um romantismo incandescente e uma ironia quase monocórdica, Jeffrey Moore é o encontro inesperado entre o urbanismo depressivo de David Lodge, o discurso amoroso psicótico de Woody Allen, a prosa virtuosa e inventiva de John Irving.
Nascido em Montreal, Jeffrey Moore formou-se na Universidade de Toronto, na Sorbonne e na Universidade de Ottawa.
Hoje em dia é tradutor e Leitor na Universidade de Montréal.
Trabalha para museus, tetaros, companhias de dança e festivais de cinema no mundo inteiro.
«Preso a uma Corrente de Rosas», romance de estreia, foi nomeado para o QSPELL Literary Awards e vencedor do Commonwealth Writers Prize 2000.
PartilheProdutos Relacionados

A Ponte dos Assassinos Vol. 7 de Arturo Pérez-Reverte
SINOPSE Nápoles, Roma e Milão são alguns dos cenários desta nova aventura do capitão Alatriste. Acompanhado pelo jovem Íñigo Balboa, Alatriste recebe ordens para intervir numa conspiração crucial para a Coroa espanhola: o assassinato do doge durante a missa do … Ler mais

Vagabundo ao Serviço de Espanha de Camilo José Cela
Vagabundo ao Serviço de Espanha de Camilo José Cela Partilhe

Entre o Céu e a Terra, Paula McLain
[sgmb id=”2″] Paula McLain, autora do bestseller Madame Hemingway, regressa com o seu muito aguardado novo romance, levando os leitores para o Quénia colonial dos anos 20. Ainda adolescente, Beryl Markham acompanhou os pais quando se mudaram de Inglaterra para … Ler mais

Ligações Perigosas , Chordelos De Laclos
As Ligações Perigosas é um romance em que mais do que a paixão se descreve o fingimento. A sua forma é a da correspondência trocada entre diversas personagens, alternando o espírito libertino e a candura, a sedução e a vertigem. … Ler mais

O Albatroz Peregrino O regresso à Praia de Origem de Luís Samuel
SINOPSE Após muitas alvoradas ausente, Saul Mollemok regressa à Praia de Origem para definitivamente saldar suas dívidas com o passado (que para ele não o é, mas antes um eterno “agora”), com o seu filho e com a companheira que … Ler mais

A colina da saudade, Han Suyin
A escritora de origem chinesa, Han Suyin, autora de vários romances e ensaios políticos, morreu no início de Novembro de 2012 aos 95 anos, em Lausanne (Suíça). Médica e escritora, nasceu na província chinesa de Henan a 12 de Setembro … Ler mais

À espera, Ha Jin
Um homem entre dois mundo e duas mulheres. “O entendimento de Ha Jin da alma e da condição humana transcende as fronteiras do espaço e do tempo. Uma admirável realização literária” Partilhe

O Sorriso ao Pé das Escadas, Henry Miller
«Embora inconscientemente, nem sempre o tenha sabido, o palhaço exerce sobre mim uma atracção profunda, justamente porque está separado do mundo pelo riso. O seu riso nada tem de fantástico, é apenas um riso silencioso, o que nós chamamos um … Ler mais

