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  • Este livro que vos deixo... (2.ª edição) - António Aleixo

    Este livro que vos deixo… (2.ª edição) – António Aleixo

    dição de Vitalino Martins Aleixo (Filho do Poeta) DD222

    €20.00
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  • Florbela Espanca – Sonetos (Edição Integral)

    Florbela Espanca – Sonetos (Edição Integral)

    Florbela Espanca – Sonetos (Edição Integral) Edição: 1960 Idioma: Português Nº Páginas: 190, [II] p. Tipo: Livro Estado: Usado Editora: Livraria Tavares Martins Autor: ESPANCA, FLORBELA

    €20.00
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  • Autor: Carlos Wallenstein Obra: Obras Completas 1: poesias

    Autor: Carlos Wallenstein Obra: Obras Completas 1: poesias

    Autor: Carlos Wallenstein Obra: Obras Completas 1: poesia

    €15.00
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  • Cálamo, Walt Whitman

    Cálamo, Walt Whitman

    Título: Cálamo Autor: Walt Whitman Editora: Assírio & Alvim, Edição Bilingue, Ano 1984 Língua: Português / Inglês Capa: Boa

    €9.00
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  • Metaphysical Poetry (Penguin Classics)

    Metaphysical Poetry (Penguin Classics)

    Spanning the Elizabethan age to the Restoration and beyond, Metaphysical poetry sought to describe a time of startling progress, scientific discovery, unrivalled exploration and deep religious uncertainty. This compelling collection of the best and most enjoyable poems from the era … Ler mais

    €7.00
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  • Da Memória, do Amor e do Génio Fotobiografia de Natércia Freire de Isabel Corte-Real

    Da Memória, do Amor e do Génio Fotobiografia de Natércia Freire de Isabel Corte-Real

    Natércia, nascida em Benavente, soube a partir do seu meio rural, no coração da lezíria, construir uma carreira nas letras do País. Sendo por natureza discreta, só verdadeiramente se afirma quando cumpre a Poesia, pois a palavra do poema é … Ler mais

    €19.00
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  • Este livro que vos deixo de António Aleixo

    Este livro que vos deixo de António Aleixo

    Este livro que vos deixo de António Aleixo [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • Poesias Escolhidas de Álvaro de Campos

    Poesias Escolhidas de Álvaro de Campos

    Poesias Escolhidas de Álvaro de Campos [sgmb id=”2″]

    €7.00
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  • Arte de Marear de Manuel Alegre

    Arte de Marear de Manuel Alegre

    Marear tanto pode ser governar um navio, como andar embarcado. Neste seu livro (ou navio), o poeta e romancista Manuel Alegre embarca numa viagem (ele que sempre gostou do mar) por alguma da lieratura portuguesa que ele tanto ama, por … Ler mais

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  • Livro Poesia com Armas Costa Andrade Sá da Costa

    Livro Poesia com Armas Costa Andrade Sá da Costa

    Livro Poesia com Armas Costa Andrade Sá da Costa   Livro: Poesia com Armas Poemas Colecção: Vozes do Mundo Autor: Fernando Costa Andrade Editora: Sá da Costa 1 edição 1975 Peso: 250 g Assinatura de posse e nota manuscrita na … Ler mais

    €8.00
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  • Poesia - IV José Gomes Ferreira

    Poesia – IV José Gomes Ferreira

    Editora: Portugália Encadernação: Brochura Peso: 350 gramas Temática: Poesia Idioma: Português [sgmb id=”2″]

    €15.00
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  • As Máscaras do Destino de Florbela Espanca

    As Máscaras do Destino de Florbela Espanca

    É uma obra totalmente dedicada ao seu irmão Apeles – A meu Irmão, ao meu querido Morto (Florbela Espanca, dedicatória de «As Máscaras do Destino») -, e inspirada pela tristeza e dor que a perda do irmão causa em Florbela. … Ler mais

    €10.00
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  • Os Poemas da Minha Vida LIVRO de Urbano Tavares Rodrigues

    Os Poemas da Minha Vida LIVRO de Urbano Tavares Rodrigues

    Urbano Tavares Rodrigues não é apenas o grande escritor do Alentejo, das suas gentes e das suas paisagens, é também o romancista e contista de Lisboa e de outras atmosferas cosmopolitas que, como jornalista e professor universitário, bem conheceu, viajando … Ler mais

    €10.00
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  • Os Peomas da MInha Vida LIVRO de Maria Alzira Seixo

    Os Peomas da MInha Vida LIVRO de Maria Alzira Seixo

    Ensaísta e professora catedrática da Universidade de Lisboa, tem um vasto currículo como investigadora na área de Letras. Fez estudos sobre vários autores portugueses, entre os quais José Saramago e António Lobo Antunes, e é autora de livros, artigos e … Ler mais

    €10.00
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  • Defesa da Poesia LIVRO de Percy B. Shelley

    Defesa da Poesia LIVRO de Percy B. Shelley

    Defesa da Poesia de Percy B. Shelley [sgmb id=”2″]

    €12.00
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  • Poesias, Sá de Miranda,

    Poesias, Sá de Miranda,

    Autor: Sá de Miranda Editor: Seara Nova Textos Literários Selecção, Prefácio e Notas de Rodrigues Lapa Idioma: Português Duas edições disponíveis: 3.ª Edição Dimensões: 12,5 x 19,5 cm Encadernação: capa mole [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, "Só". António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no Porto. Filho de burgueses abastados, estudou em vários colégios da cidade invicta e passava os verões nas casas que a família tinha no campo, na Lixa ou no Seixo (o seu «paraíso perdido», como lhe chamou o maior biógrafo do poeta, Guilherme de Castilho), ou na praia, em Leça, frequentada pela colónia inglesa, onde viria a descobrir o fascínio do mar, o «Prof. Oceano», seu grande mestre da praia da Boa Nova, professor em «aula aberta», e onde conheceria Miss Charlote, jovem perceptora inglesa com quem viria a corresponder-se durante dois anos, e que lhe encurtaria o nome para Anto, que ele tornaria personagem de ficção nos "Males de Anto", poema que encerra o "Só". Começou a escrever muito cedo, os seus primeiros poemas datam dos 15 anos de idade. Ruma alguns anos mais tarde a Coimbra, onde cursará Direito. Nesta altura já publicara numerosos poemas em jornais e revistas. Faz parte do grupo da revista "Boémia Nova", dirigida por Alberto Oliveira. Acaba por ser reprovado no primeiro ano. Durante as férias vai cimentar-se a sua amizade com Alberto Oliveira, tendo ambos partilhado uma casa em Leça. Nobre convive também com os pescadores, que carinhosamente o tratam por «o Criatura Nova». Regressa a Coimbra e depois da segunda reprovação decide ir fazer a licenciatura para Paris. Aí contactará com os poetas simbolistas, conhece Verlaine (que, ao que consta, muito admirava os versos do poeta português) e muitas outras «celebridades e celebróides», que refere num caderno de apontamentos, entre as quais se encontram os escritores Émile Zola, Alexandre Dumas e Mallarmé, ou a atriz Sarah Bernhardt. Mas Nobre acabará por viver momentos de angústia na «cidade luz», lutando com dificuldades financeiras, longe da Pátria, dos lugares de infância e dos amigos. E é na solidão do seu quarto da rue des Écoles que escreverá muitos dos poemas que integrarão o "Só", publicado em Paris em 1892, pelo editor dos poetas simbolistas, Léon Vanier. A obra é mal acolhida em Portugal, com exceção de alguns amigos, mas quando o livro é reeditado seis anos depois, as reações já são mais favoráveis. Hoje faz-se-lhe finalmente justiça e "Só" está entre os livros maiores da literatura portuguesa. "Só" é um retrato do país em fins do séc. XIX, em especial do Norte ( Douro e Minho), feito com grande ironia. O verso do poema inicial, "Memória", «O livro mais triste que há em Portugal», levou a que erradamente muitos pudessem julgar que se trataria de um livro triste, escrito por alguém com uma sentimentalidade marcada pela tristeza por se encontrar tuberculoso. Na realidade, o poeta foi «atingido» pelo bacilo de Koch, já depois de publicada a primeira edição de "Só". No entanto, é impressionante como um dos poemas do livro, aquele que o encerra, "Males de Anto", parece uma predestinação. Escrito ainda durante os seus tempos de Coimbra, quando Nobre era um jovem saudável, "Males de Anto" que é ao mesmo tempo um retrato do Portugal rural e da "doença de alma" do poeta, acaba por se tornar uma perversa ironia, a ponto de o poeta, pouco antes da sua morte, fazer notar em carta a um amigo: «Deus castigou-me. Quando era feliz e apenas tinha arranhaduras dos 19 anos, escrevia os Males de Anto, exagerando tudo. Agora é que eu os sinto, depois de os ter exposto em Literatura.» Atingido pela doença, acabada a sua amizade com Alberto Oliveira, Nobre irá começar uma série de viagens, na esperança da cura. Primeiro na Suíça, em várias estâncias, de onde acabará por regressar a Portugal. Com o agravamento dos sintomas embarca para a América, passa por Nova Iorque e Baltimore, onde visita o túmulo de Edgar Allan Poe. Mais tarde, na Madeira, parece melhorar, mas regressa de novo ao continente. Lisboa, outra vez a Suíça, passagem por Paris, de onde regressa já muito mal ao nosso país. Depois de curta estada numa quinta da família, em Penafiel, chega a 17 de março de 1900 ao Porto, onde morreria no dia seguinte, aos 32 anos, numa casa na Foz. Deixou um grande número de poemas inéditos, que viriam a ser publicados postumamente nos livros "Despedidas", "Primeiros Versos" e "Alicerces", e muito mais tarde, a sua correspondência. António Nobre viria a ser reconhecido pelos modernistas e é hoje claro que foi um dos maiores contributos para a renovação da linguagem poética em Portugal. « Georges! Anda ver o meu país de Marinheiros, O meu país das Naus, de esquadras e de frotas! , Oh as lanchas dos poveiros, A saírem a barra, entre ondas e gaivotas! Que estranho é! Fincam o remo na água, até que o remo torça, À espera da maré, Que não tarda hi, avista-se lá fora! E quando a onda vem, fincando-o a toda a força, Clamam todos à uma: "Agôra! agôra! agôra!" E, a pouco e pouco, as lanchas vão saindo, (Às vezes, sabe Deus, para não mais entrar...) Que vista admirável! Que lindo! que lindo! Içam a vela, quando já têm mar: Dá-lhes o Vento e todas, à porfia, Lá vão soberbas, sob um céu sem manchas, Rosário de velas, que o vento desfia, A rezar, a rezar a Ladainha das Lanchas: Senhora Nagonia! Olha, acolá! Que linda que vai com seu erro de ortografia... Quem me dera ir lá! Senhora Da guarda! (Ao leme vai o Mestre Zé da Leonor) Parece uma gaivota: aponta-lhe a espingarda O caçador! Senhora d'ajuda! Ora pro nobis! Calluda! Sêmos probes! Senhor dos ramos! Istrella do mar! Cá bamos Parecem Nossa senhora, a andar. Senhora da Luz! Parece o Farol... Maim de Jesus! É tal qual ela, se lhe dá o Sol! Senhor dos Passos! Sinhora da Ora! Águias a voar, pelo mar dentro dos espaços Parecem ermidas caiadas por fora... Senhor dos Navegantes! Senhor de Matuzinhos! Os mestres ainda são os mesmos d'antes: Lá vai o Bernardo da Silva do Mar, A mailos quatro filhinhos, Vasco da Gama, que andam a ensaiar... Senhora dos aflitos! Martyr São Sebastião! Ouvi os nossos gritos! Deus nos leve pela mão! Bamos em paz! Ó lanchas, Deus vos leve pela mão. Ide em paz! Ainda lá vejo o Zé da Clara, os Remelgados, O Jeques, o Pardal, na Nam te perdes, E das vagas, aos ritmos cadenciados, As lanchas vão traçando, à flor das águas verdes "As armas e os barões assinalados..." Lá sai a derradeira! Ainda agarra as que vão na dianteira... Como ela corre! com que força o Vento a impele: Bamos com Deus! Lanchas, ide com Deus! Ide e voltai com ele Por esse mar de Cristo... Adeus! adeus! adeus!» de Lusitânia no Bairro Latino, in "Só" Senhora d'ajuda! Ora pro nobis! Calluda! Sêmos probes! Senhor dos ramos! Istrella do mar! Cá bamos Parecem Nossa senhora, a andar. Senhora da Luz! Parece o Farol... Maim de Jesus! É tal qual ela, se lhe dá o Sol! Senhor dos Passos! Sinhora da Ora! Águias a voar, pelo mar dentro dos espaços Parecem ermidas caiadas por fora... Senhor dos Navegantes! Senhor de Matuzinhos! Os mestres ainda são os mesmos d'antes: Lá vai o Bernardo da Silva do Mar, A mailos quatro filhinhos, Vasco da Gama, que andam a ensaiar... Senhora dos aflitos! Martyr São Sebastião! Ouvi os nossos gritos! Deus nos leve pela mão! Bamos em paz! Ó lanchas, Deus vos leve pela mão. Ide em paz! Ainda lá vejo o Zé da Clara, os Remelgados, O Jeques, o Pardal, na Nam te perdes, E das vagas, aos ritmos cadenciados, As lanchas vão traçando, à flor das águas verdes "As armas e os barões assinalados..." Lá sai a derradeira! Ainda agarra as que vão na dianteira... Como ela corre! com que força o Vento a impele: Bamos com Deus! Lanchas, ide com Deus! Ide e voltai com ele Por esse mar de Cristo... Adeus! adeus! adeusde Lusitânia no Bairro Latino, in "Só"

    Só de António Nobre

    Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, “Só”. António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no … Ler mais

    €15.00
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  • O Livro de Cesário Verde - s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra

    O Livro de Cesário Verde – s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra

    O Livro de Cesário Verde – s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra broch; 190 pág   [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho

    A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho

    A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho POesia [sgmb id=”2″]

    €8.00
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  • Coração acordeão - Alexandre O`Neill

    Coração acordeão – Alexandre O`Neill

    Alexandre O`Neill   [sgmb id=”2″]

    €8.00
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  • Poemas Escolhidos Antologia organizada pelo autor de António Gedeão

    Poemas Escolhidos Antologia organizada pelo autor de António Gedeão

    Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orienta   [sgmb id=”2″]

    €11.00
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  • Só de António Nobre

    Só de António Nobre

    Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, “Só”. António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no … Ler mais

    €8.00
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  • O Imaginário na Obra Poética de António Nobre, Coimbra 1992

    O Imaginário na Obra Poética de António Nobre, Coimbra 1992

    O Imaginário na Obra Poética de António Nobre

    €6.00
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  • Obra Breve Poesia Reunida de Fiama Hasse Pais Brandão

    Obra Breve Poesia Reunida de Fiama Hasse Pais Brandão

    «Ninguém entra na hermética paisagem de Fiama como em casa. Nem sequer como quem se perde, entre pânico e delícia, na floresta de um enigma levando na mão as pedras brancas do herói de Grimm. A poesia de Fiama é … Ler mais

    €35.00
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  • Antero de Quental Sonetos Completos

    Antero de Quental Sonetos Completos

    Antero de Quental Sonetos Completos [sgmb id=”2″]

    €5.00
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  • Inéditos de António Aleixo, 1978, Loulé

    Inéditos de António Aleixo, 1978, Loulé

    Inéditos de António Aleixo, 1978, Loulé   [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • Poesie di Giovanni Pascoli con note di Luigi Pietrobono (Italian)1 Jan 1938 by Pascoli Giovanni (Author), Bellissima la copertina illustrata da Bruno da Osimo. Ritratto di Pascoli in antiporta (Illustrator)

    Poesie di Giovanni Pascoli con note di Luigi Pietrobono (Italian)1 Jan 1938 by Pascoli Giovanni (Author), Bellissima la copertina illustrata da Bruno da Osimo. Ritratto di Pascoli in antiporta (Illustrator)

    Poesie di Giovanni Pascoli con note di Luigi Pietrobono (Italian) Paperback – 1 Jan 1938 by Pascoli Giovanni (Author), Bellissima la copertina illustrata da Bruno da Osimo. Ritratto di Pascoli in antiporta (Illustrator)   [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • Poesias - Júlio Diniz (4ª Ed. A Editora - Conde Barão, 1909)

    Poesias – Júlio Diniz (4ª Ed. A Editora – Conde Barão, 1909)

    Poesias – Júlio Diniz (4ª Ed. A Editora – Conde Barão, 1909)   [sgmb id=”2″]

    €15.00
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  • Poesias escolhidas : 1889-1900 / Eugénio de Castro

    Poesias escolhidas : 1889-1900 / Eugénio de Castro

    CASTRO Eugénio de 1869-1944 Poesias escolhidas : 1889-1900 / Eugénio de Castro ; pref. de Manuel da Silva Gayo. – Paris. – Lisboa : Liv. Aillaud & Cie 1902. – 227 p. ; 17 cm. – Gravura representando o autor … Ler mais

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  • Sonetos de Antero de Quental

    Sonetos de Antero de Quental

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