A VIDA AFETIVA DOS GRUPOS: ESBOÇO DE UMA TEORIA DA RELAÇÃO HUMANA Max Pages Vozes- Rio de Janeiro/1982
€18.00
CONTACTE-NOS
Esta obra visa a construção de uma teoria geral dos grupos, fundada sobre o conceito de relação concebida como a experiência afetiva da descoberta do outro, quando esta descoberta é feita coletivamente no encontro presente com outros homens.
Sua importância reside no fato de se tratar de uma das primeiras tentativas, com êxito, no sentido de fundamentar teoricamente tudo o que foi colhido do impressionante desenvolvimento dos métodos de grupo, até então apresentado de maneira sobretudo empírica.
Trata-se, portanto, de um clássico.
PartilheProdutos Relacionados

O Homem e a Mulher – Margaret Mead
Editora Meridiano, Novembro de 1970 [sgmb id=”2″] Partilhe

Jesus, um Homem Livre, Christian Duquoc
A liberdade, em Jesus, não se mostra, no seu ensinamento e no modo da sua existência, inferior às suas relações sociais. Os seus ouvintes ficaram impressionados com a sua maneira de ensinar: ensinava com autoridade(Mc 1:22), e não como os … Ler mais

Psicologia da Atracão Sexual Glenn Wilson e David Dias
Psicologia da Atracão Sexual Glenn Wilson e David Dias Partilhe

Enfrentar o Milénio de Albert Clayton Gaulden
ISBN: 9789724609454 Edição ou reimpressão: 04-1998 Editor: Editorial Notícias Idioma: Português Dimensões: 150 x 230 x 20 mm Encardenação: Capa mole Páginas: 222 Partilhe

O Elogio da Loucura
Um livro que nos dias de hoje ainda faz todo o sentido. Divertido, Satírico, Crítico, é um livro de leitura fácil e que nos mostra que a loucura está em tudo e em todos. Partilhe

Os Sequestrados de Altona
SINOPSE Frantz von Gerlach é o sequestrado voluntário que sente pesar sobre si a ameaça da vida. Servindo-se do individual, nela Sartre equaciona os problemas fundamentais do homem posto perante si próprio. Von Gerlach não é apenas um ex-nazi, é … Ler mais

Psicopatologia da Vida Quotidiana Sigmund Freud
Freud aborda pela primeira vez o problema de uma psicopatologia da vida quotidiana em carta ao seu amigo Fliess em 1898, em que lhe relata a análise do esquecimento de um nome, o do poeta Júlio Mosen. Os exemplos de … Ler mais


