Servi a Pátria e Acreditei no Regime De António Rosa Casaco
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O autor, com esta sua obra, escrita em forma de relato, baseada na verdade e em factos autênticos, por deles ter tido conhecimento directo, deseja prestar, para a História Contemporânea Portuguesa, os esclarecimentos necessários, extraídos e baseados na sua vida política-profissional, na qual pretende desfazer a fábula criada sobre determinados mitos, nascidos com a revolução de 25 de Abril de 1974.
Esses mitos, que são diversos, estão referidos, alguns subjectivamente, nesta obra e que têm sido aceites pela sociedade portuguesa, depois daquela revolução, como autênticos e verdadeiros. O autor revela que não é assim!
No início da sua obra, relata alguns factos relativos à sua vida profissional que merecem a atenção do leitor, por inéditos, interessantes e desconhecidos do grande público. Depois, relata a mistificação de episódios da vida de indivíduos e de grupos que se apoderaram do poder e que devastaram Portugal, reduzindo-o a esta nesga territorial da Europa.
Demonstra a patriótica acção do antigo regime e dos seus honestos governantes, com relevo para o insigne Prof. Dr. António de Oliveira Salazar, e a sua extraordinária obra realizada durante cerca de quarenta anos. Revela outros episódios, de forma muito resumida, da acção política desenvolvida por aquele homem de Estado, especialmente no que concerne ao bem estar social e tranquilidade do povo português, evitando que Portugal viesse a ser envolvido e dominado pelo comunismo internacional, sistema politico-revolucionário, que, no futuro, se veio a verificar ser uma utopia e com consequências devastadoras para o país e para o mundo, que pretendia dominar. Impediu, também com a sua habilidade diplomática, que Portugal viesse a ser envolvido na terrível Segunda Guerra Mundial.
O autor prova que Salazar não foi um ditador, como muitos pretendem, e unicamente um estadista autoritário, em consequência do nosso País ser a escória da Europa, quando foi solicitado para assumir a governação, e mais tarde, o poder.
Quanto ao organismo a que pertenceu, afirma que não se tratou dum ‘papão’ repressivo, como determinada organização política pretende, pois nunca ninguém foi detido por ser comunista ou do “reviralho”, mas sim os que pretendiam, por forma violenta, alterar o bem-estar do povo português.
Pela adjudicação a esta obra de documentação jurídico-judicial dos tribunais portugueses e espanhóis, prova-se que o autor, irrefutavelmente, foi vítima de uma campanha infamante e injustificada, promovida pela (in)justiça portuguesa, acolitada por determinados meios de comunicação social.
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