Porto Ficção
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Inserida na programação do Porto, Capital Europeia da Cultura, surge esta antologia de 15 histórias, de outros tantos autores da área da lusofonia, centradas na cidade do Porto. A ideia partiu de Paulo Cunha e Silva, responsável pela área do Pensamento e Literatura do Porto 2001, e a selecção dos autores e coordenação da obra foi confiada a Arnaldo Saraiva, que a define assim:
“As quinze ficções reunidas neste livro, e unidas pelo tema ou pelos motivos portuenses, podem ler-se como capítulos de um fragmentado ou polifacetado romance moderno, que vem enriquecer, e de que maneira, a literatura e o imaginário da Invicta.
“Dada a diversidade das origens, das experiências e das orientações estéticas dos autores, e dada a liberdade a cada um concedida de determinar a relação mínima ou máxima da sua ficção com o referente “Porto”, ninguém estranhará a diversidade não só estilística mas também, dos pontos de vista, das acções, dos personagens, etc., deste “romance”.”
Neste grupo de autores, uns conhecem o Porto bastante bem, outros mal, alguns talvez até nem o conheçam. Sentem-no, tão longe ou tão perto, de forma diferente. A ideia com que se partiu para esta antologia, como diz Paulo Cunha e Silva na sua nota inicial, era criar “um espectro ficcional que fosse desde a cidade íntima à cidade estranha”. Ele está aí, para ser lido. Dos 15 autores, três vivem no Porto (Agustina Bessa-Luís, Mário Cláudio, Manuel Jorge Marmelo); os outos seis portugueses são Lídia Jorge, Luísa Costa Gomes, Maria Velho da Costa, Mário de Carvalho, Rui Nunes, Urbano Tavares Rodrigues; quatro são brasileiros (Moacyr Scliar, Bernardo de Carvalho, Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles); um angolano (Pepetela) e um moçambicano (Mia Couto).
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