E Depois… de Guillaume Musso
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E se alguém lhe dissesse que ia morrer?
Nova Iorque, terraço do Empire State Building, 23:
“– Nathan, repara no rapaz do anoraque laranja.
– Caramba, Garrett, porque é que devo olhar para ele?
– Porque ele vai morrer.
Em menos de um minuto, o adolescente dá um tiro na cabeça”.
É assim que Nathan Del Amico, um brilhante advogado nova-iorquino, descobre o estranho dom de Garrett Goodrich. Quem é Garrett Goodrich? Um reputado cancerologista, director de um importante centro de cuidados paliativos. Não parece ser um iluminado, mas diz-se capaz de prever a morte. Diz ter “uma missão”: acompanhar aqueles que vão morrer até às fronteiras do outro mundo, para que deixem a vida em paz consigo mesmos. Perturbado, Nathan compreende que Garrett entrou em contacto com ele para o preparar a morrer. Numa corrida contra o tempo, Nathan tenta reparar os seus erros passados. Mas será que podemos, no espaço de alguns dias, reconstruir toda uma vida? Guillaume Musso apresenta-nos um romance denso, mágico, envolvente, que aborda temas graves com uma leveza surpreendente. Verdadeiro hino à vida, é ainda uma formidável história de amor entre um homem preso no turbilhão da ascensão social, a mulher que ele quer reconquistar e uma filha por quem tem de viver a vida dela forma mais intensa possível.; Assistimos ao nascimento de um estilo Musso, onde revemos a emoção de um Marc Lévy, a capacidade de encenação de uma Patricia Cornwell e uma intriga com ecos de Sexto Sentido…
Canal Plus – Jérôme Béglé”Gosta de Marc Lévy ? Então vai adorar Guillaume Musso (…) Previno que este romance é perigoso, uma vez aberto não o conseguimos abandonar antes da última página. Falo com conhecimento de causa. Aconteceu-me!”
RTL – Bernard Lehut
“Uma história de amor, de suspense e de iluminação, o início de um estilo.”
Métro – Didier Pourquery
“Guillaume Musso […] domina a arte do suspense com a eficácia “desses mestres do thriller americano cujas estratégias ele analisou em profundidade. Situando a acção em Nova Iorque, depois do atentado de 11 de Setembro de 2001 […], ele consegue reproduzir com sucesso a atmosfera tão particular do momento. Essa atmosfera de uma “cidade onde tudo pode acontecer”, incluindo o seu próximo romance.”
L’Express – Anne Berthod
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