PALÁCIOS PORTUGUESES
€35.00
CONTACTE-NOS
LINO (Raul) (Dir.).— PALÁCIOS PORTUGUESES. Direcção de Raul Lino. IV edição da União de Bancos Portugueses, autorizada pela Direcção-Geral da Divulgação. (1982). 25×31,5 cm. E.
Edição trilingue (português, francês e inglês), de elevada qualidade, impressa em bom papel. Profusamente ilustrada com reproduções de fotografias impressas a cores e a negro.
Segundo as palavras de Raul Lino, na introdução ao volume: “(…) É sempre interessante revelar-se o que há de artístico onde quer que apareçam testemunhos da nossa cultura ou da nossa maneira de sentir em qualquer época, e, no restante, os valores sensoriais que nos encantam são como a Natureza, não envelhecem.”
Do Índice: O Passo Real de Sintra, por Raul Lino, Palácio Real de Évora, por Túlio Espanca, Paço dos Duques em Guimarães, por Jorge H. Pais da Silva, Palácio Ducal de Vila Viçosa, por João M. dos Santos Simões, Palácio e Convento de Mafra e Palácio da Ajuda, por Ayres de Carvalho, Palácio de Queluz, por Maria Natália Correia Guedes e Castelo da Pena, por Manuel Rio-Carvalho.
PartilheProdutos Relacionados

A Infanta e o Pintor JEAN-DANIEL BALTASSAT
A Infanta e o Pintor JEAN-DANIEL BALTASSAT A relação entre a Infanta Isabel de Portugal e o pintor Johannes Van EyckNo Outono de 1428, Van Eyck recebe do seu senhor, Filipe de Borgonha, uma missão muito peculiar: ir a Portugal … Ler mais

Angola: Os vivos e os mortos Autor: CRUZ, Pompílio da Editora: Editorial Intervenção Local: Lisboa Ano: 1976 Idioma: Português
Angola: Os vivos e os mortos Autor: CRUZ, Pompílio da Editora: Editorial Intervenção Local: Lisboa Ano: 1976 Idioma: Português Partilhe

A Corte Luso-Brasileira no Jornalismo Português Ernesto Rodrigues
Nesta obra estão reunidos textos significativos do jornalismo português (1807-1821) que melhor nos informam das repercussões, em Portugal e na emigração europeia (Londres, Paris) acerca da chegada da Corte Joanina ao Brasil. Que país ficou para trás? Como viu os … Ler mais

Brasil Díptico de Filomena Cabral
SINOPSE Neste díptico, os tempos cruzados remetem para uma espessura histórica, experiência de temporalidade, modelos de conduta. O mar, esplêndida metáfora do desconhecido, é espelho ambíguo onde se projectam imagens de navegador e navegado, rumo a uma futura memória, embora … Ler mais

A EXPLORAÇÃO DA MULHER por MICHELE NOEL
A EXPLORAÇÃO DA MULHER por MICHELE NOEL Partilhe

A PRIMEIRA IDADE DA CIÊNCIA – A CIÊNCIA NO SÉCULO XIX E TEMPO DE D. CARLOS I (1863-1908)
[sgmb id=”2″]Gradiva, Lisboa 1996. 13,5x21cm. 88[1] págs Ciência Aberta “É no tempo do rei D. Carlos que o nó, que parecia perfeito, na Ciência se começa a desatar. A Primeira Idade da Ciência viu nascer a Termodinâmica, o Electromagnetismo, a … Ler mais



