Eu, Cláudio Imperador, Robert Graves
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scrito há mais de seis décadas, Eu, Cláudio permanece como um dos mais soberbos romances históricos alguma vez escritos, fazendo de Robert Graves um mestre do género. (…) Detentor de grande poder descritivo e de um sentido histórico ímpar, Robert Graves conduz-nos pelos corredores do poder e dos seu meandros, mostrando-nos os vícios e as virtudes do Senado, a grandeza de Germânico e a astúcia de Lívia, a majestosidade de Augusto e o oportunismo de Tibério, a demência de Calígula e, claro está, os fortúnios e infortúnios de Cláudio: o Imperador que não o queria ser. O historiador gago, coxo e aleijado que, contra todas as previsões, acabaria por se revelar uma das figuras centrais de uma das mais importantes páginas da história de Roma.
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