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  • Todos os afectos : 30 anos de poesia : antologia / José-António Chocolate

    Todos os afectos : 30 anos de poesia : antologia / José-António Chocolate

    Todos os afectos : 30 anos de poesia : antologia / José-António Chocolate. – Setúbal : Estuário, 2012. – 126 p. ; 21 cm. – (Poesia).

    €17.00
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  • Poemas de Menagem (2008) – poesia  – Capa de Lourdes Calmeiro – Paginação: TunaLightZone – Execução gráfica: Gráfica Tipocasi, Lda.  – Patrocínio da Junta de Freguesia de Carcavelos

    Poemas de Menagem (2008) – poesia – Capa de Lourdes Calmeiro – Paginação: TunaLightZone – Execução gráfica: Gráfica Tipocasi, Lda. – Patrocínio da Junta de Freguesia de Carcavelos

    Poemas de Menagem (2008) – poesia – Capa de Lourdes Calmeiro – Paginação: TunaLightZone – Execução gráfica: Gráfica Tipocasi, Lda. – Patrocínio da Junta de Freguesia de Carcavelos

    €10.00
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  • NAS ASAS DA MEMÓRIA, MULHERES DE PORTUGAL.  by VIEGAS. (Susete)

    NAS ASAS DA MEMÓRIA, MULHERES DE PORTUGAL. by VIEGAS. (Susete)

    Sonetos. Edição da Autora. Amadora. 1997.

    €20.00
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  • poesia em círculo António Claudio

    poesia em círculo António Claudio

    €10.00
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  • Traumas do passado com poesias da nossa vida joaquim pereira mendes

    Traumas do passado com poesias da nossa vida joaquim pereira mendes

    €15.00
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  • POESIAS ERÓTICAS BURLESCAS E SATYRICAS

    POESIAS ERÓTICAS BURLESCAS E SATYRICAS

    POESIAS : EROTICAS, BURLESCAS E SATYRICAS / BOCAGE AUTOR(ES): Bocage, 1765-1805 PUBLICAÇÃO: London : [s.n.], 1926

    €10.00
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  • CANCIONEIRO POPULAR ANGOLANO (subsídios)Gonzaga Lambo

    CANCIONEIRO POPULAR ANGOLANO (subsídios)Gonzaga Lambo

    1962 primeira edição

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  • Livro: Sonetos Autor: Bocage Editora: Livraria Bertrand 1975

    Livro: Sonetos Autor: Bocage Editora: Livraria Bertrand 1975

    Colectânea dos sonetos de Bocage, enriquecida com uma “Notícia biográfica” preliminar. Sem deixar de obedecer aos princípios da estética expressional do neoclassicismo setecentista, Bocage foge muitas vezes à temática. Nesta difícil missão reside muito do interesse da sua obra, marcada … Ler mais

    €13.00
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  • Canto da longa madrugada para os herois proibidos Francisco Dias da Costa

    Canto da longa madrugada para os herois proibidos Francisco Dias da Costa

    Canto da longa madrugada para os herois proibidos Francisco Dias da Costa

    €10.00
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  • Poemas de amor e Morte, Luís d'Oliveira Nunes

    Poemas de amor e Morte, Luís d’Oliveira Nunes

    €10.00
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  • Sonetos - Florbela Espanca

    Sonetos – Florbela Espanca

    Editora Livraria Tavares Martins Idioma Português PT Estado : Usado 4/5 Encadernação : Brochado

    €15.00
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  • Diario do ultimo ano Florbela Espanca

    Diario do ultimo ano Florbela Espanca

    €10.00
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  • O Quarto dos Santinhos Livro de Poesia Autor: Casimiro Abreu

    O Quarto dos Santinhos Livro de Poesia Autor: Casimiro Abreu

    €10.00
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  • os poemas da verdade torquato da luz

    os poemas da verdade torquato da luz

    €10.00
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  • Canto À Revolução. Poesia. de SÁ FLORES.

    Canto À Revolução. Poesia. de SÁ FLORES.

    Canto À Revolução. Poesia. de SÁ FLORES.

    €25.00
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  • ANTÓNIO NOBRE - CORRESPONDÊNCIA de Guilherme de Castilho

    ANTÓNIO NOBRE – CORRESPONDÊNCIA de Guilherme de Castilho

    Biblioteca de Autores Portugueses. Imprensa Nacional Casa da Moeda. Maia. 1982. In 4º peq. de 560-VIII pags. Broch.

    €13.00
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  • VEINTE POEMAS DE AMOR Y UNA CANCION DESESPERADA - LOS VERSOS DEL CAPITAN NERUDA, Pablo

    VEINTE POEMAS DE AMOR Y UNA CANCION DESESPERADA – LOS VERSOS DEL CAPITAN NERUDA, Pablo

    €8.00
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  • Obra Poética Escolhida: A Comédia Da Morte E Outros Poemas. de AMORIM DE CARVALHO. (José Maria)

    Obra Poética Escolhida: A Comédia Da Morte E Outros Poemas. de AMORIM DE CARVALHO. (José Maria)

    Obra Poética Escolhida: A Comédia Da Morte E Outros Poemas. de AMORIM DE CARVALHO. (José Maria)

    €25.00
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  • ALMA MINHA GENTIL REGIO (Jose) & SERPA (Alberto de) 1957

    ALMA MINHA GENTIL REGIO (Jose) & SERPA (Alberto de) 1957

    €45.00
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  • AS PEDRAS NEGRAS, Gastão Cruz

    AS PEDRAS NEGRAS, Gastão Cruz

    Gastão Cruz AS PEDRAS NEGRAS

    €8.00
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  • As Máscaras do Destino de Florbela Espanca

    As Máscaras do Destino de Florbela Espanca

    É uma obra totalmente dedicada ao seu irmão Apeles – A meu Irmão, ao meu querido Morto (Florbela Espanca, dedicatória de «As Máscaras do Destino») -, e inspirada pela tristeza e dor que a perda do irmão causa em Florbela. … Ler mais

    €10.00
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  • Os Poemas da Minha Vida LIVRO de Urbano Tavares Rodrigues

    Os Poemas da Minha Vida LIVRO de Urbano Tavares Rodrigues

    Urbano Tavares Rodrigues não é apenas o grande escritor do Alentejo, das suas gentes e das suas paisagens, é também o romancista e contista de Lisboa e de outras atmosferas cosmopolitas que, como jornalista e professor universitário, bem conheceu, viajando … Ler mais

    €10.00
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  • Os Peomas da MInha Vida LIVRO de Maria Alzira Seixo

    Os Peomas da MInha Vida LIVRO de Maria Alzira Seixo

    Ensaísta e professora catedrática da Universidade de Lisboa, tem um vasto currículo como investigadora na área de Letras. Fez estudos sobre vários autores portugueses, entre os quais José Saramago e António Lobo Antunes, e é autora de livros, artigos e … Ler mais

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  • Defesa da Poesia LIVRO de Percy B. Shelley

    Defesa da Poesia LIVRO de Percy B. Shelley

    Defesa da Poesia de Percy B. Shelley [sgmb id=”2″]

    €12.00
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  • Poesias, Sá de Miranda,

    Poesias, Sá de Miranda,

    Autor: Sá de Miranda Editor: Seara Nova Textos Literários Selecção, Prefácio e Notas de Rodrigues Lapa Idioma: Português Duas edições disponíveis: 3.ª Edição Dimensões: 12,5 x 19,5 cm Encadernação: capa mole [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, "Só". António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no Porto. Filho de burgueses abastados, estudou em vários colégios da cidade invicta e passava os verões nas casas que a família tinha no campo, na Lixa ou no Seixo (o seu «paraíso perdido», como lhe chamou o maior biógrafo do poeta, Guilherme de Castilho), ou na praia, em Leça, frequentada pela colónia inglesa, onde viria a descobrir o fascínio do mar, o «Prof. Oceano», seu grande mestre da praia da Boa Nova, professor em «aula aberta», e onde conheceria Miss Charlote, jovem perceptora inglesa com quem viria a corresponder-se durante dois anos, e que lhe encurtaria o nome para Anto, que ele tornaria personagem de ficção nos "Males de Anto", poema que encerra o "Só". Começou a escrever muito cedo, os seus primeiros poemas datam dos 15 anos de idade. Ruma alguns anos mais tarde a Coimbra, onde cursará Direito. Nesta altura já publicara numerosos poemas em jornais e revistas. Faz parte do grupo da revista "Boémia Nova", dirigida por Alberto Oliveira. Acaba por ser reprovado no primeiro ano. Durante as férias vai cimentar-se a sua amizade com Alberto Oliveira, tendo ambos partilhado uma casa em Leça. Nobre convive também com os pescadores, que carinhosamente o tratam por «o Criatura Nova». Regressa a Coimbra e depois da segunda reprovação decide ir fazer a licenciatura para Paris. Aí contactará com os poetas simbolistas, conhece Verlaine (que, ao que consta, muito admirava os versos do poeta português) e muitas outras «celebridades e celebróides», que refere num caderno de apontamentos, entre as quais se encontram os escritores Émile Zola, Alexandre Dumas e Mallarmé, ou a atriz Sarah Bernhardt. Mas Nobre acabará por viver momentos de angústia na «cidade luz», lutando com dificuldades financeiras, longe da Pátria, dos lugares de infância e dos amigos. E é na solidão do seu quarto da rue des Écoles que escreverá muitos dos poemas que integrarão o "Só", publicado em Paris em 1892, pelo editor dos poetas simbolistas, Léon Vanier. A obra é mal acolhida em Portugal, com exceção de alguns amigos, mas quando o livro é reeditado seis anos depois, as reações já são mais favoráveis. Hoje faz-se-lhe finalmente justiça e "Só" está entre os livros maiores da literatura portuguesa. "Só" é um retrato do país em fins do séc. XIX, em especial do Norte ( Douro e Minho), feito com grande ironia. O verso do poema inicial, "Memória", «O livro mais triste que há em Portugal», levou a que erradamente muitos pudessem julgar que se trataria de um livro triste, escrito por alguém com uma sentimentalidade marcada pela tristeza por se encontrar tuberculoso. Na realidade, o poeta foi «atingido» pelo bacilo de Koch, já depois de publicada a primeira edição de "Só". No entanto, é impressionante como um dos poemas do livro, aquele que o encerra, "Males de Anto", parece uma predestinação. Escrito ainda durante os seus tempos de Coimbra, quando Nobre era um jovem saudável, "Males de Anto" que é ao mesmo tempo um retrato do Portugal rural e da "doença de alma" do poeta, acaba por se tornar uma perversa ironia, a ponto de o poeta, pouco antes da sua morte, fazer notar em carta a um amigo: «Deus castigou-me. Quando era feliz e apenas tinha arranhaduras dos 19 anos, escrevia os Males de Anto, exagerando tudo. Agora é que eu os sinto, depois de os ter exposto em Literatura.» Atingido pela doença, acabada a sua amizade com Alberto Oliveira, Nobre irá começar uma série de viagens, na esperança da cura. Primeiro na Suíça, em várias estâncias, de onde acabará por regressar a Portugal. Com o agravamento dos sintomas embarca para a América, passa por Nova Iorque e Baltimore, onde visita o túmulo de Edgar Allan Poe. Mais tarde, na Madeira, parece melhorar, mas regressa de novo ao continente. Lisboa, outra vez a Suíça, passagem por Paris, de onde regressa já muito mal ao nosso país. Depois de curta estada numa quinta da família, em Penafiel, chega a 17 de março de 1900 ao Porto, onde morreria no dia seguinte, aos 32 anos, numa casa na Foz. Deixou um grande número de poemas inéditos, que viriam a ser publicados postumamente nos livros "Despedidas", "Primeiros Versos" e "Alicerces", e muito mais tarde, a sua correspondência. António Nobre viria a ser reconhecido pelos modernistas e é hoje claro que foi um dos maiores contributos para a renovação da linguagem poética em Portugal. « Georges! Anda ver o meu país de Marinheiros, O meu país das Naus, de esquadras e de frotas! , Oh as lanchas dos poveiros, A saírem a barra, entre ondas e gaivotas! Que estranho é! Fincam o remo na água, até que o remo torça, À espera da maré, Que não tarda hi, avista-se lá fora! E quando a onda vem, fincando-o a toda a força, Clamam todos à uma: "Agôra! agôra! agôra!" E, a pouco e pouco, as lanchas vão saindo, (Às vezes, sabe Deus, para não mais entrar...) Que vista admirável! Que lindo! que lindo! Içam a vela, quando já têm mar: Dá-lhes o Vento e todas, à porfia, Lá vão soberbas, sob um céu sem manchas, Rosário de velas, que o vento desfia, A rezar, a rezar a Ladainha das Lanchas: Senhora Nagonia! Olha, acolá! Que linda que vai com seu erro de ortografia... Quem me dera ir lá! Senhora Da guarda! (Ao leme vai o Mestre Zé da Leonor) Parece uma gaivota: aponta-lhe a espingarda O caçador! Senhora d'ajuda! Ora pro nobis! Calluda! Sêmos probes! Senhor dos ramos! Istrella do mar! Cá bamos Parecem Nossa senhora, a andar. Senhora da Luz! Parece o Farol... Maim de Jesus! É tal qual ela, se lhe dá o Sol! Senhor dos Passos! Sinhora da Ora! Águias a voar, pelo mar dentro dos espaços Parecem ermidas caiadas por fora... Senhor dos Navegantes! Senhor de Matuzinhos! Os mestres ainda são os mesmos d'antes: Lá vai o Bernardo da Silva do Mar, A mailos quatro filhinhos, Vasco da Gama, que andam a ensaiar... Senhora dos aflitos! Martyr São Sebastião! Ouvi os nossos gritos! Deus nos leve pela mão! Bamos em paz! Ó lanchas, Deus vos leve pela mão. Ide em paz! Ainda lá vejo o Zé da Clara, os Remelgados, O Jeques, o Pardal, na Nam te perdes, E das vagas, aos ritmos cadenciados, As lanchas vão traçando, à flor das águas verdes "As armas e os barões assinalados..." Lá sai a derradeira! Ainda agarra as que vão na dianteira... Como ela corre! com que força o Vento a impele: Bamos com Deus! Lanchas, ide com Deus! Ide e voltai com ele Por esse mar de Cristo... Adeus! adeus! adeus!» de Lusitânia no Bairro Latino, in "Só" Senhora d'ajuda! Ora pro nobis! Calluda! Sêmos probes! Senhor dos ramos! Istrella do mar! Cá bamos Parecem Nossa senhora, a andar. Senhora da Luz! Parece o Farol... Maim de Jesus! É tal qual ela, se lhe dá o Sol! Senhor dos Passos! Sinhora da Ora! Águias a voar, pelo mar dentro dos espaços Parecem ermidas caiadas por fora... Senhor dos Navegantes! Senhor de Matuzinhos! Os mestres ainda são os mesmos d'antes: Lá vai o Bernardo da Silva do Mar, A mailos quatro filhinhos, Vasco da Gama, que andam a ensaiar... Senhora dos aflitos! Martyr São Sebastião! Ouvi os nossos gritos! Deus nos leve pela mão! Bamos em paz! Ó lanchas, Deus vos leve pela mão. Ide em paz! Ainda lá vejo o Zé da Clara, os Remelgados, O Jeques, o Pardal, na Nam te perdes, E das vagas, aos ritmos cadenciados, As lanchas vão traçando, à flor das águas verdes "As armas e os barões assinalados..." Lá sai a derradeira! Ainda agarra as que vão na dianteira... Como ela corre! com que força o Vento a impele: Bamos com Deus! Lanchas, ide com Deus! Ide e voltai com ele Por esse mar de Cristo... Adeus! adeus! adeusde Lusitânia no Bairro Latino, in "Só"

    Só de António Nobre

    Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, “Só”. António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no … Ler mais

    €15.00
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  • O Livro de Cesário Verde - s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra

    O Livro de Cesário Verde – s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra

    O Livro de Cesário Verde – s/d edição revista por Cabral do Nascimento capa de Guilherme Gandra broch; 190 pág   [sgmb id=”2″]

    €10.00
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  • A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho

    A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho

    A Lenta Rendição da Luz de Jorge Vaz de Carvalho POesia [sgmb id=”2″]

    €8.00
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  • Poemas Escolhidos Antologia organizada pelo autor de António Gedeão

    Poemas Escolhidos Antologia organizada pelo autor de António Gedeão

    Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orienta   [sgmb id=”2″]

    €11.00
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  • Só de António Nobre

    Só de António Nobre

    Morreu há cem anos e escreveu um livro maior das letras portuguesas, “Só”. António Nobre. «O poeta nato, o lua, o santo, a cobra». António Pereira Nobre nasceu a 16 de agosto de 1867, na Rua de Santa Catarina, no … Ler mais

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