Porque nos Matamos na Estrada … e como o evitar
CONTACTE-NOS
No âmbito do protocolo existente entre a Direcção-Geral de Viação e o ISCTE/INDEG, que contempla a realização e promoção de estudos de investigação sobre a prevenção e segurança rodoviárias, com o Patrocínio de Sua Excelência o Ministro da Administração Interna, e a apresentação da obra, efectuada pelo Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, o livro Porque nos Matamos na Estrada … e como o evitar, nasce da convicção que o panorama da sinistralidade rodoviária não é devido a uma qualquer fatalidade que fustigue os Portugueses, e que esta situação não é inelutável, nem irreversível.
Este estudo dá uma importante contribuição para a melhor compreensão dos sentimentos, atitudes e comportamentos dos condutores portugueses relativamente às diferentes situações de condução, ao modo como se vêem a si próprios e aos outros utilizadores das estradas e à percepção dos factores de risco e das causas de acidentes.
Com base nos estudos apresentados no livro, os autores propõem uma tipologia dos condutores portugueses e sugerem algumas medidas que facilitem o convencimento dos condutores para a alteração de comportamentos transgressores, aumentem o seu constrangimento por via do quadro regulamentar e melhorem os mecanismos de controlo necessários à interiorização e cumprimento das regras.
Porque nos Matamos na Estrada … e como o evitar interessa a todos os condutores e, particularmente àqueles que, aos diferentes níveis, têm responsabilidades directas no ensino da condução, na prevenção da sinistralidade rodoviária e na regulamentação e controlo dos condutores.
PartilheProdutos Relacionados

livros de jogos de quebra-cabeças, colecção de 4 livros
livros de jogos de quebra-cabeças, colecção de 4 livros [sgmb id=”2″] Partilhe

Regra de Três De: José-Augusto França
Regra de Três De: José-Augusto França Partilhe

manual de velhice para principiantes-Ernesto Cal
manual de velhice para principiantes-Ernesto Cal Partilhe

A Alma de um Povo de Celeste Almeida
“Na rudez de toscas pedras, contam-se estórias ao anoitecer. Almas se aconchegam no erguer das mãos e no entrelaçar dos dedos, quando, na penumbra, o dorso se rasga e a Besta se transforma num outro. Sombras se agitam. O vento … Ler mais




