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O Semeador De Pedrinhas

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    “Era a primeira vez que via o maluco assim tão próximo. Sempre o vira pelo pára-brisas e pelas janelas do seu camião. Ficou enojado com a falta de higiene, o mau cheiro e a imundice que cobria o doente da cabeça aos pés. Quando Januário acordou e deu com a presença do desconhecido ao seu lado, este ainda estava a dormir e a ressonar, com um sorriso patético nos lábios. Devia estar a sonhar com qualquer coisa boa, pensou o motorista. Movido pela curiosidade, baixou- -se devagarinho e olhou bem para o rosto do maluco. Pareceu-lhe reconhecer no doente alguém que já tinha visto antes, mas não se lembrava de quem, nem de onde”.
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