O Dia Cinzento e Outros Contos de Mário Dionísio
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Ensaísta, poeta e romancista, Mário Dionísio é sem dúvida uma das mais prestigiosas figuras da cultura portuguesa dos nossos dias. Além de A Paleta e o Mundo, obra em cinco volumes que a Sociedade Portuguesa de Escritores galardoou, em 1963, com o Grande Prémio do Ensaio, assinou também o romance Não Há Morte nem Princípio e os livros de poemas Poesia Incompleta e Le Feu Qui Dort, este escrito em francês.
A parte I de A Paleta e o Mundo, publicada em volume separado em 1963 com o título Introdução à Pintura, foi traduzida por espanhol em 1972.
O Dia Cinzento e Outros Contos, que ora apresentamos em edição de bolso, revela-nos em Mário Dionísio uma invulgar garra de contista. Ignorado, ou quase, pela crítica aquando do seu aparecimento, o livro cresceu com os anos no juízo dos críticos e na aceitação do público. Talvez isso se tenha devido ao facto de se tratar dum livro inovador. Efectivamente, ao apresentar esta sua edição de bolso, não podemos esquecer as palavras que acerca da obra escreveu Fernando Namora: «Relendo este O Dia Cinzento, aí estão, mais salientes do que nunca, as raízes da sua representatividade e uma densidade de atmosferas {…} que mostram quanto o neo-realismo dos anos 40 já anunciava as inquietantes sondagens e até à subtileza arquitectural da literatura do presente.»
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