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A Idade Imperial A Nova Era – Reflexões sobre Estratégia III de General Loureiro dos Santos

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    O ambiente estratégico que caracterizou a Idade Média foi-se corporizando antes da queda de Roma, em 476, mas foi esta que a iniciou. A Idade Moderna já se encontrava presente quando começa a segunda metade do século XV, mas é a conquista de Constantinopla pelos turcos, em 1453, que definiu o seu início. A tomada da Bastilha é o facto que baliza o princípio da Idade Contemporânea, se bem que ela já estivesse delineada bastante tempo antes. Também são os acontecimentos que ocorreram nos Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001 que balizaram o arranque da época a que muitos chamam pós-moderna, e a que eu entendi intitular de Idade Imperial.»

    Partindo deste pressuposto, o general Loureiro dos Santos traça o perfil desta Nova Era em que a ordem internacional se centra numa única superpotência (os Estados Unidos), que pretende exercer um domínio de tipo imperial sobre todo o planeta, e a tão aclamada Nova Ordem não é mais do que um Império Mundial. Do 11 de Setembro e seus reflexos, das novas linhas de força que dominam, actualmente, as relações estratégicas internacionais (com os diversos terrorismos, mesmo os de Estado, e a estratégia americana), passando pelas questões da Coreia do Norte e todo o desenrolar da questão com o Iraque — um magnífico fresco do tabuleiro geoestratégico mundial.

    Loureiro dos Santos investe depois pelo Futuro da Estratégia global e, mais importante, da estratégia nacional e dos desafios que esta nova era lança sobre a segurança e defesa do nosso país, onde, quer queiramos quer não, somos actores globais. Este novo papel exige uma reavaliação do Conceito Estratégico, das Forças Armadas, das prioridades a seguir em tempos de escassez de recursos, do valor da independência nacional, da relação Forças Armadas/Comunicação Social, e da própria maneira como lidamos com as atitudes políticas de Espanha que acabam por ter repercussões na nossa segurança.

    Obra polémica, digna de figurar nos anais do pensamento político e estratégico, A Idade Imperial descreve ainda o estado da Defesa em Portugal, com particular incidência no Ministério da Defesa, e no progressivo esvaziamento das nossas forças de segurança e defesa por parte de vários Governos.

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