Posted on: Outubro 30, 2018 Posted by: Graca Freire Comments: 0

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    Viver num palácio não será tão invejável como pode parecer — julga-se, pois experimentar é coisa rara. Por muito admirável que seja um grande espaço, por muito que encante o esplendor de uma ornamentação, se as dimensões e o deslumbramento são demasiados, se foi esquecida a escala humana, dificilmente alguém poderá sentir-se a gosto em tal residência. (…) Porém, a realidade portuguesa deixa-nos bastante à margem desse risco de nos sentirmos perdidos em salões imensos, buscando neles um cantito discreto e acolhedor que possa ser bem nosso, se nos tornarmos donos e senhores de algum palácio, por acaso… Talvez por sermos avessos à grandeza desmedida, os nossos casos de monumentalidade grandiosa são raríssimos e, pode dizer-se, ‘compreensíveis’ (…)”.

    Profusamente ilustrado.