O Cheiro da Noite de Andrea Camilleri

9.00

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Descrição

SINOPSE
«Disse o cheiro da noite?»
«Disse. Conforme as horas, a noite muda de cheiro.»

Desta vez trata-se de um caso anómalo, em que o cadáver não aparece no início, e Montalbano não é o titular, mas intromete-se. Demasiadas coincidências empurram-no. Investiga o desaparecimento de um financeiro burlão, que levou o dinheiro de meia vila e arredores, e mais tarde do seu ajudante. E a solução seria uma fuga banal, com o dinheiro subtraído aos muitos patos da época da bolsa, ligada a um homicídio.
Mas, bastante mais carregada de horror pungente, surge uma solução lateral, sobre cujo enigma Montalbano se debruça para ver, com a piedade que se sente pelo drama silencioso de certas existências, enquanto um estranho cheiro «a fruta podre, a coisas em putrefacção» espalha, durante algum tempo, como que a sua profecia na noite de Vigàta.
«Então sentiu que a noite tinha mudado de cheiro: era um cheiro leve, fresco, era cheiro a erva nova, a cidreira, a hortelã.»

CRÍTICAS DE IMPRENSA

“A história é uma caricatura às euforias bolsistas, aos discursos de circunstância que cobrem as primeiras versões sobre crimes que os responsáveis não sabem desvendar, às incompetências que se escondem debaixo dos fatos aprumados e das gravatas esticadas. É um regresso do humor corrosivo e da manha siciliana de Andrea Camilleri num dos seus melhores livros. Mas também é uma terrível história de solidão e amor.”
Eduardo Dâmaso
in, Público, 26 de Novembro de 2003



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