Posted on: Abril 9, 2017 Posted by: Graca Freire Comments: 0

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    Por todos os media José Duarte passou: rádio, imprensa, televisão, internet. Sempre a favor do jazz, durante o grande período mais difícil até à euforia presente. Escrever para ser lido ou escrever para ser ouvido é a sua actividade mais praticada. Nos seus outros livros – João na Terra do Jaze, Jazzé e Outras Músicas, coleccionou textos de imprensa das décadas de 60 a 80, e em ‘Histórias de Jazz’ escreveu uma breve história do jazz, a primeira em língua portuguesa. Para Cinco Minutos de Jazz o livro escolheu textos de imprensa dos anos 90 e 2000 e frases de rádio lidas na Rádio Comercial e na RDP Antena 1. Cinco Minutos de Jazz rádio, com 34 anos, muito tem contribuído para a lenta embora progressiva aceitação desta música em Portugal. Conferencista onde for preciso, José Duarte passa palavra e paixão: “jazz é apenas uma linguagem musical, outra língua para aprender, como o inglês”. E mais acrescenta: “os meus ouvidos são iguais aos vossos, é tudo uma questão de hábitos novos”. Mente. Diz-se que Jazzé tem orelhas brancas e ouvidos negros.

     

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